TAXA E PROCESSO DE CANDIDATURA

INSCRIÇÕES ABERTAS

Esta taxa não corresponde ao preço total do curso. É necessária para submeter a tua candidatura.
Após aprovação, serás convidado a fazer a inscrição e a selecionar um plano de pagamento.

Olá, treinador! Estás prestes a iniciar a jornada da tua vida.

Isto é mais do que um curso — é uma experiência que define carreiras. Sob a orientação do Prof. Vítor Frade, o criador da Periodização Tática®, vais integrar uma comunidade exclusiva de treinadores de elite que transformaram a forma como o futebol é compreendido e jogado ao mais alto nível.

Treinadores que abraçaram esta metodologia

Luís Castro
Miguel Cardoso
Carlos Carvalhal
Vítor Pereira

“O jogo não é a soma das suas partes. É uma totalidade inquebrantável.”

— Prof. Vítor Frade

O jogo não é a soma das suas partes. É uma totalidade inquebrantável.

— Prof. Vítor Frade

Formulário de pedido de brochura

O QUE TE ESPERA

Uma Experiência de Aprendizagem transformadora

PROGRAMA

Conteúdos do Curso

1.1. Qual é a compreensão da Periodização Tática® em contraste com o convencional enraizado.

  • Síntese evolutiva e cronológica do paradigma de treino.

1.2. Futebol, um “Fenómeno Antroposocialtotal” (possível tradução: fenómeno antropossocial total).

  • A questão da complexidade como necessidade para compreender a fenomenologia do futebol.
  • As várias dimensões do fenómeno (espetáculo, económica, social, política…).
  • Outros desportos dentro do fenómeno: futsal e futebol de praia.

1.3. A exaltação da “INTERação”, uma invariante estrutural-funcional da estrutura da performance do FUTEBOL para a (re)conceptualização do
Futebol, do Jogo, do Jogar e da Equipa.

  • Algoritmo de construção ou projeto cuja equação é a interação estratégica de informação assimétrica.
  • Dinâmica de cargas versus modelação de um algoritmo de construção ou projeto/processo, o “morfociclo padrão”
    .

1.4. Morfociclo padrão: o plano simbólico.

1.5. A problematização do «estar em forma no desporto» no alto rendimento considerando 3 dilemas/binómios fundamentais (tri):

  • Performance – Fadiga – Recuperação.
  • Coletivo – Individual.
  • Metodologia versus Método(s).

2.1. A equipa de futebol entendida como um sistema homeodinâmico, adaptativo e dinâmico e necessariamente como uma homeostase evolutiva.

2.2. O jogo de futebol construído por “momentos” ou categorizando padrões coletivos?

2.2.1. O jogo como um continuum, uma «inteireza inquebrantável» (sem tradução possível – neologismo), e portanto um jogar cuja natureza é
dinâmica hierárquica.

2.2.2. O jogo como um fenómeno imprevisível, aberto, caótico (determinístico) com organização fractal mas com uma macro
previsibilidade subjacente.

2.2.3. A necessidade de reconhecer o jogar e as Fractalidades do jogo. “Reduzir sem empobrecer”.

2.3. A compreensão das dimensões do jogo (tática, técnica, física, psicológica, estratégica) à luz da complexidade

2.4. A necessidade de reconhecer o futebol como um jogo governado pela Tática (Super-dimensão), como um a priori aspirável e gradualmente modelável ao longo do
processo de treino.

  • A elevação da Tática a uma super-dimensão.
  • A dimensão tático-estratégica.
  • A dimensão tático-técnica «a vicariância» (sem tradução possível – neologismo).
  • A quantificação da qualidade.

2.5. A super-dimensão Tática como uma aculturação do jogar.

2.5.1. Inteligência ou inteligências, da compreensão plural, à Inteligência de Jogo como a única capacidade condicional fundamental.

3.1. O treino como um processo de aquisição, uma modelação sistémica.

  • A ideia de jogo (intenção prévia).
  • O Modelo de jogo (modelação biológica).
  • Estrutura(s) de jogo versus sistema(s) de jogo.

3.2. Princípios de jogo macro, meso e micro. Os princípios interativos promovidos por critério.

3.2.1. Engendramento “Auto” dos princípios.

3.3. Intencionalidade na modelação do processo como praxiologia.

3.3.1. A Ideia de Jogo como Intenção Prévia.

3.3.2. Da Intenção Prévia às Intenções de Ação.

3.3.3. Das Intenções de Ação a uma cultura coletiva (o individual no coletivo)

4.1. O jogo de futebol: implicações metabólicas. O que é realmente relevante promover durante o treino?

4.2. Parabiose e exaltação da performance coletiva e individual.

  • O ciclo de auto-renovação da matéria viva e a lei de Roux, Arndt Schultz.
  • O efeito temporalmente diferido das performances.

4.3. Padrão algorítmico: especificidades de “terça, quarta, quinta e sexta”.

  • Contextos fundamentais de propensão.
  • Contextos complementares de propensão como «aquisitivos em interação assistida».

4.4. Adaptação/adaptabilidade, invariância estrutural-funcional com homeostase aculturante, uma consequência do processo aquisitivo que
codifica a temporalidade.

4.4.1. Como é que a atividade provoca adaptações nos músculos?

  • O músculo é heterogéneo e adaptável.

4.4.2. A sustentabilidade “mecano-biológica” da quarta-feira.

  • A biologia celular do músculo.

4.4.3. Da “fisiologia do sprint” à analogia da sexta-feira.

4.5 O plano transcendental da Especificidade – uma condição processual condicional (o contexto com UM sentido).

  • A dupla função do ATP e a Especificidade.
  • Treino de musculação versus Especificidade.
  • O que é o treino de “força” para a Periodização Tática?

5.1. «Casos de estudo». A hierarquia para a modelação do processo, expressa na repetição sistemática do Morfociclo Padrão.

  • Domingo (competição): dia de exigência máxima. Quais são as implicações na operacionalização (semanal) do jogar?
  • Segunda-feira (1.º dia após competição): dia de folga.
  • Terça-feira (2.º dia após competição): Recuperação.
  • Quarta-feira (3.º dia após competição – 1.º dia “aquisitivo”)
  • Quinta-feira (4.º dia após competição – 2.º dia aquisitivo)
  • Sexta-feira (2 dias antes da próxima competição – 3.º dia “aquisitivo”)
  • Sábado (1 dia antes da próxima competição): Recuperação orientada para a competição.

5.2. Unidade de treino = hierarquia estrutural e funcional ou operacionalidade fractal do processo.

5.3. Morfociclo para jogos separados por 6 dias (domingo a sábado).

5.4. Morfociclo para uma semana com 3 jogos.

5.5. Adaptação dos dias do Morfociclo (2 ou 3 treinos por semana).

5.6. Gestão performance-recuperação dos jogadores não utilizados.

6.1. Princípio Metodológico das Propensões.

6.1.1. A manifestação da Especificidade através de contextos de propensão.

6.1.2. Contextos de propensão versus contexto de exercício.

6.1.3. Intensidade máxima relativa e foco no treino e na competição.

6.2. Princípio Metodológico da Alternância Horizontal em (E)specificidade.

6.2.1. O Ciclo de Auto-Renovação da Matéria Viva e a Lei de Roux, Arndt Schultz, reforçando a necessidade deste princípio metodológico.

6.2.2. Habituar-se a um padrão semanal que contempla as várias dimensões do nosso jogar.

6.2.3. Fadiga Tática.

6.3. Princípio Metodológico da Progressão Complexa.

6.3.1 Progressão dinâmica e não-linear baseada num jogar.

6.3.2 Do menos ao mais complexo nas especificidades da Especificidade.

6.3.3. A relação entre mente e hábito na aquisição de um saber sobre um saber fazer.

6.4. A hierarquia para a modelação do processo, expressa na repetição sistemática do Morfociclo Padrão, o algoritmo
de construção.

7.1. Um Jogar: o condutor do processo da equipa e do(s) jogador(es) desde o início até ao fim da época. Problematização de alguns
«temas-problema»:

  • Não-existência de fases, etapas, períodos…
  • O período preparatório versus pré-época…
  • Primeira semana: apresentação da Ideia de Jogo (como intenção prévia) e adaptação ao esforço.
  • O início da época: adaptação do organismo sem ajuda externa.
  • Estratégia no sentido lato e no sentido restrito.
  • Observação e análise da própria equipa e da equipa adversária.
  • Observação e “monitorização” da performance dos jogadores. Novas tecnologias?

7.2. A emergência da Especificidade em diferentes contextos. Casos de estudo e aplicações práticas em:

  • Futebol profissional.
  • Futebol não-profissional.
  • Seleções nacionais.
  • Equipas de futebol jovem (especialização precoce).

7.3. «Fenomenotécnica». O treinador como um “mecanismo-cérebro” que regula o processo ou a abertura de sistemas ao “retro-alimentar” (talvez
a tradução seja feedback) ou causalidade não-linear.

7.3.1. A descoberta guiada.

7.3.2. A importância da intervenção durante os contextos de propensão, ou o desenvolvimento de mecanismos não-mecânicos.

7.3.3 Liderança, uma dimensão fenomenotécnica.

8.1. Consciência, um conceito Subjetivo e Plural, sobre um Fenómeno Plural, mas objetável.

8.2. A necessidade de um futebol com sentimento (Futebol Sentido), e a necessidade de dar sentido aos sentimentos desse futebol, a chave do processo.

  • As emoções (e os sentimentos) como protagonistas na indução da razão, das melhores decisões e da aprendizagem de um jogar.
  • A importância da afetividade durante o processo.
  • Mais do que marcadores somáticos, marcadores de um jogar.

8.3. A criação de hábitos como pressupostos para um bom jogar, em antecipação ao que acontece.

  • O hábito e a economia neurobiológica.

8.4. (Inter)Ação Corporal, Inteligência de Jogo como um Saber Corporal (InCorporAção).

  • Uma nova compreensão do agir «PercepAção», um saber sobre um saber fazer.
  • Ação Corporal (InCorporAção).
  • Inteligência Corporal, um processo de delegação que necessita de uma Articulação de Sentido para ser uma Intencionalidade Cooperativa.

9.1 Desenvolvimento de um Diário ao longo do curso incluindo reflexões de todas as aulas, dúvidas, insights, leituras e conclusões.

9.2 Desenvolvimento do Morfociclo em contexto de trabalho.

No final do curso deverá existir um único documento, no formato que desejares, compreendendo todo o percurso do curso.

Uma oportunidade única na vida
para elevar a tua carreira de treinador.

Integra o legado da Periodização Tática® e transforma a forma como compreendes o jogo.